Cada um o seu próprio médico

“A medicina prospera com interesses opostos aos interesses do doente”. (Manuel Lezaeta Acharán)

A medicina oficial é muito eficaz para tratar de problemas extremos, como uma facada, um tiro ou uma perna quebrada. Mas para tratar de doenças crônicas, muitas vezes chega a ser digna de pena. Vejamos abaixo um depoimento de uma vítima de melasma:

“Após visitar vários dermatologistas, sem sucesso, uma ginecologista me indicou uma médica especialista em pele que seria uma profissional excelente, diferenciada. No consultório dessa dermatologista, falei-lhe qual era o meu problema. Eu tinha forte ardência sobre toda a pele do rosto que me incomodava todo o tempo e manchas por toda essa região. Ela me falou que iríamos primeiramente tratar do ardor na pele, para, depois de haver-se sanado esse problema, trabalhar para o desaparecimento das manchas. Receitou-me uma pomada que eu deveria passar duas vezes ao dia e aconselhou-me voltar ao seu consultório após 30 dias. Passado esse período, voltei e lhe disse que o ardor persistia. Ela receitou, então, outra pomada para eu usar juntamente com a primeira e pediu que eu voltasse após outros 30 dias, depois dos quais lhe procurei e lhe disse que nada mudara. Para minha surpresa, ela me disse que, já que não tínhamos conseguido solucionar o ardor na pele, iríamos deixar o ardor de lado e iríamos trabalhar com as manchas. Acrescentou ainda que achava que o produto ácido que me receitaria para as manchas não iria surtir efeito, pois minha pele era muito sensível. Obviamente, parei de gastar dinheiro com ela e seus produtos, recorrendo-me à medicina holística.”

Esse depoimento reforça a tese de que a medicina oficial trabalha, na maioria das vezes, somente com os sintomas, descuidando-se das verdadeiras causas das doenças.

Pesquisas realizadas recentemente constataram que 100% das consultas médicas produzem 100% de prescrições de remédios. Não é preciso ser gênio para perceber que esse dado é muito suspeito. Será que todas as visitas ao médico precisam de receitas de remédio? Será que pelo menos em algumas dessas consultas orientações ao paciente não seriam o suficiente para sanar problemas?

Quando alguém procura um gastrologista, reclamando de uma dor no estômago, normalmente é-lhe recomendado fazer uma endoscopia. Constatada a gastrite, obviamente recomendam-se remédios alopáticos. Raros são os médicos que logo no início tentam ir à causa da queixa e perguntam ao paciente sobre seus hábitos alimentares, sobre que alimentos come, sobre como é sua mastigação, se come coisas com que talvez não seja compatível, como alimentos excessivamente quentes ou gelados, indigestos, bebida alcoólica, etc.

Quem conhece a rotina dos médicos sabe que diariamente todos eles são visitados por muitos representantes dos laboratórios farmacêuticos, que os enchem de presentes de todo tipo. Entre esses presentes há passagens aéreas, hospedagens em caros hotéis, computadores, jantares suntuosos…

Fica fácil entender por que os médicos não indicam aos seus pacientes tratamentos que se destinem a limpar o organismo, como os indicados nos livros mencionados neste blog. O Dr. Bernard Jensen, em seu livro Limpeza dos Tecidos através dos Intestinos, afirma que “é inútil tentar cuidar de um sintoma no corpo sem um bom sistema de limpeza orgânico.”. Muitas vezes, a um paciente que reclama de dor de cabeça um médico indica um anestésico, quando o problema pode estar simplesmente num intestino carregado de fezes; bastaria descarregá-lo para que passasse a dor. Raros são os médicos que pesquisam com profundidade a causa dessa dor. Será que esses médicos ignoram como tratar de forma ideal seus pacientes, ou simplesmente não têm interesse? Talvez a resposta a essa pergunta encontre-se no início desta página.

Manuel Lezaeta, em seu livro Medicina Natural ao alcance de todos, fala que, se uma pessoa sente uma dor, deve primeiramente descarregar o intestino, talvez aplicar enemas para esse fim; segundo ele, essa pessoa deve, também, imediatamente, adotar um regime vegetariano, principalmente de frutas e verduras cruas; Lezaeta prescreve, ainda, nesse mesmo caso, certos banhos frios, aplicados de acordo com suas técnicas, para ativar a energia vital do doente; mas o mais interessante é que esse autor afirma categoricamente: “… e não procure um médico.”.

Achamos, porém, essa afirmação um pouco exagerada: um organismo acostumado a anos de hábitos ruins, ou mesmo sujeito a um acidente interno, sem que se saiba, deve procurar, sim, um médico, a nosso ver, ante uma dor que persiste por dias, ou se suspeitar de um episódio grave, como um ataque cardíaco, por exemplo.

Também, temos de acreditar que a maior parte dos médicos são bem-intencionados e procuram cuidar de seus pacientes da melhor forma possível, de acordo com o seu conhecimento. Muitos pacientes são efetivamente ajudados por esses médicos, considerando o nível de consciência da humanidade atual.

Quer dizer, não estamos afirmando que nunca se deva procurar um médico; mas que podemos cuidar de nossa própria saúde, sem precisar usar remédios alopáticos que contaminarão nosso corpo, muitas vezes curando de uma doença e provocando outras. A causa da maioria das enfermidades é contaminação orgânica; livrando-nos dessa contaminação, podemos nos ver livres dessas doenças. Com a remoção das impurezas que bloqueiam nossa energia vital, a natureza pode então agir a nosso favor, restaurando nossa saúde. Hipócrates afirmava: “É a natureza que cura”. Parece que os médicos se esqueceram dessa fórmula há muito tempo.

No livro já mencionado de Manuel Lezaeta, há esse capítulo intitulado “Cada um o seu próprio médico”, que expõe essa ideia. Que podemos cuidar de nossa própria saúde, na maioria das vezes, por meios naturais, descontaminando e limpando nosso organismo, adotando hábitos naturais para evitar as doenças, usando métodos de cura naturais para nos livrar das enfermidades; procurando levar uma vida física e emocional harmônica em relação às leis naturais. Em outras palavras, fazendo o possível para não ser presa de possíveis ações errôneas da medicina e dos médicos.

4 respostas a Cada um o seu próprio médico

  1. administração disse:

    Temos observado que muitos melasmas são causados por problemas emocionais, além de orgânicos. Aconselhamos acreditar nessa afirmação. Nós ocidentais acreditamos mais no físico; mas o emocional também é agente causador de doenças tão ou mais que o físico. Por isso criamos a página “Fatores emocionais”, da qual aconselhamos fortemente o estudo.

  2. eu concordo planamente, os médicos não estão nem ai pros seus pacientes, tive hanseníase, passei por cinco dermatologistas e depois de muito custo que fui descobrir o que eu tinha, agora apareceu essa droga de melasma, parei de usar pomadas, vou seguir alguns conselhos daqui como limpeza do clono, fiado e rins, não vai dar pra eu fazer tudo o que se fala, mas pelo menos um pouco pra ver se ajuda. obrigado por criar este site.

  3. administração disse:

    Você tem razão. O tom do texto é negativo quanto à medicina. Mas ele menciona algo positivo no que se refere à eficácia que ela tem em tratar problemas agudos. Ele foi escrito por quem se decepcionou muito com a medicina, gastando em vão muito tempo e dinheiro, entre outras coisas valiosas. Provavelmente fomos injusto, sim. Com base na sua crítica, vamos estudar a possibilidade de reformulá-lo. Obrigado por seu comentário.

  4. Stelio disse:

    So falou mal da medicina.

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